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terça-feira, 8 de abril de 2014

Disciplina é fundamental

Esta palavra DISCIPLINA, nos acompanha incansavelmente em todas as áreas de nossa vida, no entanto, se soubermos usar este recurso, poderemos alcançar condições de desfrutarmos da melhor maneira possível todas as fases que vivemos, sejam elas boas ou ruins!
Que jogue a primeira pedra quem um dia não foi a acadêmia por preguiça; Ou falou que recomeça o regime na segunda; Ou que vai diminuir o doce; 
Mas o que eu quero compartilhar com vocês é uma reportagem que eu li na revista crescer, achei interessante. E para as mamães e papais de plantão que não conhecem ou não sabem como implantar isso no dia-a-dia dos seus pequenos, segue algumas dicas práticas, fáceis e objetivas. 
Lógico que educar uma criança não é fácil, pois você se põe em teste a todo momento, e você procura ensinar o que aprendeu, no entanto se você não gostou do que aprendeu, procurará outros exemplos para colocar em prática, levando em conta o seu ponto de vista, porém lembre-se, que também há a vista de um ponto, e vai depender do local, época, valores, cultura e crenças que você estiver inserido. E que quando se trata de educação de uma criança, cada um dá o que tem naquele momento, e o que é certo para um, pode não ser certo para o outro, o importante é o praticar o NÃO JULGAR o outro em sua forma de ensinar.

Segue a reportagem:
Há crianças mais geniosas, outras mais tranquilas. Existem pais mais firmes, outros coração mole. Por isso, a maneira de estabelecer limites que funciona para um, pode não funcionar para o outro. Cabe aos pais descobrir como seu filho reage melhor! Confira abaixo alguma dicas:

Rotina
É o momento de mostrar quais são as regras da casa, desde bebê. Saber que, todos os dias, ele vai tomar banho e dormir no mesmo horário, por exemplo, já é um primeiro contato com limites. Só não precisa ficar neurótico e deixar de ir ao aniversário de um amigo no sábado para não atrasar o horário do banho. Permitir-se sair da rotina de vez em quando é saudável para que a criança aprenda a se adaptar em diferentes circunstâncias.

Firmeza
Ao conversar com a criança, olhe nos olhos dela e seja firme, mas sem alterar o tom de voz, pois ela responde mais ao modo como falamos do que às palavras propriamente ditas.

Combinado
É válido em qualquer situação! O recurso é o preferido do professor universitário Luis Mauro Martino, pai de Lucas, 2 anos. “Outro dia ele estava indo para escola e queria comer sanduíche no caminho. Então, eu disse: ‘Vamos primeiro para a escola e na volta a gente come um sanduíche, combinado?’. Ele imediatamente ficou feliz e falou: ‘Combinado’. É assim que vem aprendendo que não pode ter tudo o que quer”, conta.

Exemplo
Quando se fala em limites, o exemplo é fundamental. Se o seu filho está gritando, pare e preste atenção: alguém no círculo social dele deve fazer o mesmo.Quando você respeita o próximo e as regras sociais, ele também o fará com mais facilidade. Por isso, nada de furar a fila, parar na faixa de pedestres ou xingar no trânsito!

Mesmo discurso
Os limites que você dá para seu filho podem ser diferentes dos que seus  irmãos dão para os deles. Afinal, isso depende da cultura, da crença e do jeito de cada um encarar a vida. Por isso, cabe deixar claro, principalmente para tios e avós, quais são as suas regras e pedir para que elas sejam respeitadas.Quando seu filho questionar essas diferenças, explique suas escolhas.

Castigo
Deve estar de acordo como erro e a personalidade da criança, além da idade. Para algumas, fazmais efeito deixar no quarto por algum tempo, para outras, é tirar o brinquedo preferido. Mas um aspecto não há o que discutir: violência só reprime, não educa. A analista de sistemas Michele Rodrigues, mãe de Pedro, de 3 anos, aprendeu isso na prática. Ela era adepta da palmada e achava exagero quando falavam que era uma agressão. Porém, começou a  reparar que Pedro estava ficando violento. “Eu não queria aquilo. Passei a ler sobre o assunto, a controlar minha própria raiva e compreender os motivos dos ataques de birra dele”, diz. Agora, ela se afasta, se acalma e então conversa com ele de maneira tranquila – e já vem notando
melhoras no filho.

Reforço positivo
Elogiar sempre funciona (e é muito mais gostoso do que receber uma crítica, não é?). Não aponte só os erros, lembre-se de valorizar os acertos. Se o seu filho não guardou os brinquedos hoje como você pediu, repreenda-o. Mas se amanhã guardar tudo, faça festa! Você verá a alegria nos olhos dele ao ver que foi reconhecido.

Não é não, e ponto
Quando o que está em jogo é a integridade física da criança, como pôr o dedo na tomada ou mexer no fogão, não há o que discutir, certo? É aí que entramos incansáveis “nãos” – não é à toa que, muitas vezes, a primeira palavra que a criança aprende a falar é essa. Vale insistir e desviar a atenção dela para um brinquedo que goste, por exemplo. Esse “não” deve continuar conforme a criança cresce. É o caso de não correr para a rua sozinho, não aceitar presentes de estranhos e não se expor demais na rede social. São situações em que você até vai explicar os motivos, mas não é não, sem grandes discussões.
Fonte: Revista Crescer 

Espero que tenham gostado.
Dani Prem

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Furar ou não a orelha de uma criança?

Uma dúvida recente que tomou conta dos meus pensamentos foi sobre furar ou não a orelha da minha filha. 
Se essa decisão cabia a nós (eu e meu marido) ou a ela? 
Que pergunta, lógico que a ela, pois a orelha é dela e não minha ou de meu marido. 

Mas por que a nossa sociedade cobra essas coisas de uma criança do sexo feminino, e pior, Recém Nascido?

Em cada local que eu ia, as perguntas eram as mesmas: Você ainda não furou a orelha dela? 

Depois de protelar por seis meses de vida, decidimos por ela, que iriamos furar a sua orelha, sei que isso foi uma invasão ao corpo dela sem necessidade, apenas por um capricho materno e paterno.

Até então, havia recebido algumas indicações de pessoas da área da saúde (enfermeiras), mas todas eram distantes da minha casa e muito contra mão, e algumas cobravam um valor consideravelmente alto (acima de R$200,00) para um furo em cada orelha.

Até que em uma conversa com uma amiga (Rita), a mesma me indicou um local especializado e de confiança dela para tal procedimento, e o melhor, eles realizavam o furo com o método da acupuntura, o que para mim é importantíssimo, uma vem que sou adepta a está técnica. 
Enfim, furei a orelha dela!!

Agora se você está lendo este post e ficou com a mesma dúvida, pense bem, hoje eu não me arrependo de ter colocado o brinco nela, ficou linda, mas isso é pura vaidade feminina, sei que quando ela crescer pode ser que peça para fazer o segundo furo, ou terceiro, eu mesma tinha três, agora dois, mas uso só um. (risos)

Então se você decidiu por furar, e quer um local de confiança aqui em SP, este local tem este método da acupuntura e eu índico, segue abaixo:

"Oriunda da milenar Medicina Chinesa,  a Acupuntura (acu = agulha; puntura = puncionar) era tida como terapia alternativa pelos ocidentais até pouco tempo,  agora com seus benefícios reconhecidos já é considerada especialidade médica.  Os chineses tradicionais acreditavam que o corpo é formado por matéria e energia e assim o classificaram em grupos de pontos de acupuntura. Estes grupos são interligados por linhas imaginárias que são chamadas de meridianos, por onde circularia a parte energética. Através da punção de determinados pontos do corpo com agulhas especiais, há liberação de substâncias com efeito analgésico e ou anti inflamatório, aliviando dores e outros sintomas.  
A acupuntura auricular apóia-se no conceito de que nas orelhas existem pontos reflexos que correspondem a todos os órgãos, partes e funções do corpo. Estimulando-se estes pontos, o cérebro recebe impulsos que desencadeiam fenômenos físicos nas áreas afetadas, promovendo o reequilíbrio. Daí a possibilidade de, em se fazendo uma perfuração aleatória na orelha,  atingir algum destes pontos e conseqüentemente provocar algum problema ao órgão ou parte do corpo, por isto utilizando o conhecimento do método por acupuntura podemos realizar o procedimento minimizando ao máximo o risco de atingir algum ponto.
Alguns procedimentos devem ser observados pelos pais ou pessoas que queiram utilizar brincos ou adornos

  • Sempre utilize brincos ou adornos fabricados em metal nobre, como : aço inox, ouro amarelo, ouro branco ou platina
  • Em caso de recém nascidos, utilize brincos com fechamento em tarracha, sem que o eixo do brinco a transpasse, para não machucar a nuca do bebê
  • Para crianças acima de 6 meses, caso desejem os pais, poderá ser utilizada uma fita adesiva anestésica (encontrada em drogarias) na frente e atrás do lóbulo, pelos menos 2 horas antes do procedimento
  • A perfuração pode ser realizada de acordo com a orientação de seu pediatra ou a partir dos 15 dias de vida
  • A colocação de brinco ou adorno não leva mais do que 30 minutos. Promovemos a esterilização dos mesmos e em seguida a perfuração é realizada com o próprio brinco
  • Nas crianças com idade entre 3 e 6 anos, nós utilizamos o método da "brinquedoterapia", que consiste em realizar o furo de orelha em uma boneca pela própria criança. O resultado é a permissão da criança para a realização do procedimento sem nenhum receio".
Quem desejar é só entrar em contato e marcar um horário para atendimento, eles são bem atenciosos e cuidadosos, realizam com muita calma e técnica, eu recomento.


Dani Prem